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12 Monkeys – 1×08 – Yesterday

xdoes-ramse-have-a-son-12-monkeys-s1e8.jpg.pagespeed.ic.b0KuQGboLzVI6rRXNLIEAntes de escrever este review pensei bastante sobre este episódio de 12 Monkeys, o mais fraco desta primeira temporada. Não foi um episódio ruim, mas a história teve muitos clichês e não teve a mesma qualidade e criatividade dos anteriores.

Um episódio que apresentou muitas novidades, a maioria previsíveis, e que teve como melhor qualidade deixar Cole em segundo plano e aproveitar isso para dar mais espaço para os personagens secundários. Começo com a revelação sobre o passado de Jones e a introdução do Coronel Foster (Xander Berkeley, sempre uma boa escolha para viver vilões), um militar que ficou maluco após perder a sua esposa e virou uma espécie de ditador, sendo que para isso matou alguns líderes políticos!

Intrigante essa divisão entre dois grupos e os conceitos de cada um, Jones já colocou na sua cabeça que jamais vão conseguir vencer o vírus e que nunca vão encontrar uma cura, por isso a única maneira de salvar a humanidade é mudar o passado. Ficou bem claro que o Coronel Foster ficou completamente maluco, o seu discurso religioso, somente ressaltou isso, não acredito que aquela máquina que ele mostrou será capaz de de um dia encontrar a cura. Foster e Jones tem em comum a perda de pessoas queridas pelo vírus, só que diferente de Jones, Foster não quer salvar a sua esposa e sim a humanidade, já Jones obviamente ao mudar o passado sabe que isso fará com que sua filha não morra no futuro.

Um conflito entre estes dois lados começa no instante que Jones precisa da peça que Foster possuí e a qual não quer entregar, está na cara que um confronto entre os dois lados vai acabar acontecendo e que vai mexer não só com Jones, mas também com Ramse e até com o Whitley! Minha decepção com o episódio está bastante ligada aos enredos cheios de clichês destes dois personagens, tanto o de Whtiley que ao escolher Jones acabou ficando contra seu pai, líder do exército de Foster, como o de Ramse e a descoberta de que tem um filho. Dois enredos criados para aumentar a tensão no eminente confronto entre Jones e Foster, Ramse e Whitley vão ter que escolher um dos lados e também proteger seus familiares.

Sinceramente na primeira cena em que Cole apareceu eu tive a certeza absoluta de que por causa da falha na máquina ele não estava no presente, a criança e o pai doente deixaram isso ainda mais evidente. Não fique nada surpreso com a revelação de que Cole estava em 2017 e que o vírus tinha sido espalhado. Não esperava que Cassie e Aaron reatassem tão facilmente, o que não deixa duvidas de que a ideia é criar um triângulo amoroso entre o casal e Cole. Um tanto quanto ilógico Cassie ter tido tanto trabalho para ir até a Chechênia e nem se dar ao trabalho de conferir de perto se o corpo de Cole realmente não estava no local, depois de tudo que viveu nos últimos anos Cassie deveria ser mais desconfiada e menos otimista ao acreditar que tudo tinha dado certo e que o futuro foi alterado.

O episódio deixou dois ganchos principais para os últimos episódios, com Cole perdido no futuro, enquanto Jones entra em um confronto contra Foster pelo núcleo que precisa para trazer Cole de volta.

tres

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