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Crítica: Operação Big Hero

big hero-1Operação Big Hero é a primeira animação da Disney baseada em uma história em quadrinhos da Marvel, uma união que começa muito bem ao misturar a experiência do estúdio no gênero aliada a fórmula perfeita que a Marvel encontrou para passar o seu universo dos quadrinhos para o cinema.

A divertida animação se ambienta em San Fransokyo, uma mistura de Tóquio com São Francisco, é lá que mora Hiro Hamada, um adolescente muito inteligente que adora construir robôs para participar de lutas proibidas entre as máquinas. Hiro tem como modelo e melhor amigo seu irmão Tadashi, um cientista também criador de robôs e que estuda em uma respeitada universidade de tecnologia, onde Tadashi tem como parceiros um grupo de especialistas em diferentes áreas. Os irmãos órfãos foram criados por uma tia e por isso ficaram ainda mais próximos, mas tudo mudo quando Tadashi morre em um incêndio. Hiro decide continuar o trabalho de seu irmão com o Baymax, um robô criado para cuidar dos problemas de saúde e psicológicos das pessoas. Hiro ao lado de Baymax e seus colegas de faculdade entram em uma grande aventura para descobrir a verdade escondida na morte de Hiro.

big hero-2Os diretores Don Hall (O Ursinho Pooh) e Chris Williams (Bolt: Supercão) criaram uma esperta mistura de Wall-E com Os Incríveis. Assim como em Wall-E temos um carismático robô com Baymax, naturalmente engraçado, o fofo robô branco é desajeitado e encanta pela sua ingenuidade e sua constante preocupação em ajudar o ser humano, especialmente Hiro. O robô e o adolescente criam uma amizade sincera e que encanta, a história encontra o seu ápice nas cenas desta adorável dupla.

A história é centrada na dupla até a metade do segundo para o terceiro ato quando a animação deixa o tom mais leve e fofo e parte para o estilo já conhecido dos filmes da Marvel misturando humor e ação. Deste ponto em diante a histórica fica bastante parecida com Os Incríveis, uma típica narrativa de um grupo de jovens aprendendo a usar seus poderes para lutarem cntra um vilão. Essa proposta poderia ter dado mais certo se os personagens secundários que formam o grupo de heróis liderados por Hiro fossem mais carismáticos e também tivessem tido mais tempo para conseguirem mostrar suas qualidades.

big hero-3Operação Big Hero não deixa de fazer homenagens ao universo dos heróis, com várias referências aos quadrinhos da Marvel que vão agradar os fãs. Comercialmente a animação acerta ao misturar ocidente e oriente de forma bastante natural para atrair o público de ambos os continentes, outra inteligente opção é aproveitar que o mundo nerd está em alta e colocar elementos deste universo na trama, conseguindo assim também passar uma mensagem de incentivo ao estudo a ciência.

quatro

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