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Série Nova: Mystery Girls – 1×01 – Pilot

rs_560x415-140520201627-1024.Mystery-Girls-Tori-Spelling-Jennie-Garth-Miguel-Pinzon.2.ms.052014_copyMystery Girls marca a reunião de Tori Spelling e Jennie Garth que atuaram juntas na clássica série dos anos 90 Barrados no Baile, uma estreia fatídica que não é salva nem pela química das protagonistas.

A sitcom da ABC Family criada pela própria Spelling em parceria com Shepard Boucher, acompanha Holly (Spelling) e Charlie (Garth) duas atrizes que nos anos 90 fizeram muito sucesso com a série policial Mystery Girls; anos mais tarde as duas acabam se reunindo e decidem virar detetives na vida real. Holly e Charlie montam uma agência de detetives onde tem ajuda do secretário e super afetado Nick (Miguel Pinzon, de Law & Order: SVU).

Holly e Charlie são pessoas completamente diferentes; Holly é bastante excêntrica beirando a maluquice, egocêntrica e que ama a fama e atenção que ainda recebe da mídia, no fundo parece sonhar em voltar ao auge de sua carreira; Charlie é mais tranquila e centrada no trabalho de detetive, casada e com uma filha, é a responsável sempre por trazer Holly de volta a realidade. Nick é o puxa-saco de Molly, um personagem caricato demais como o homossexual muito afetado, retratado de uma forma que beira ao preconceituoso.

Um piloto precisa ter um tipo de história bem estruturada e que ajude ao telespectador entender do que se trata a história e quem são esses personagens, algo que pode ser feito diferente maneiras, mas nunca como acontece em Mystery Girls. O roteiro tenta ser moderno ao não ser explicativo e acaba sendo confuso, se o telespectador não leu absolutamente nada sobre a série antes de assisti-la vai somente entender lá pela metade do episódio que as duas agora detetives foram atrizes de uma série policial no passado. O enredo da falsa morte de Holly e a busca por sua sextape foi uma reunião de piadas velhas e ruins com uma tentativa sem graça de fazer uma sátira sobre os anos 9o; serviu apenas para introduzir, da pior maneira possível, a trama principal de como as protagonistas, com personalidades tão distintas, vão solucionar de maneira bem atrapalhada os casos.

Impossível encontrar algo positivo e muito menos alguma piada realmente engraçada nos sofríveis vinte e um minutos do episódio piloto que consegue ser do mesmo nível de um programa como Zorra Total. Assim como na trama da série realidade e ficção se misturam em relação as suas protagonistas de Mystery Girls; Spelling sempre foi uma péssima atriz agora escondida em inúmeras plásticas; como sua personagem é também conhecida também por ser bastante excêntrica. O mesmo acontece com Garth que nunca foi uma atriz de alto nível, mas sempre foi séria e esforçada nos seus trabalhos.

O único atrativo e real chamariz da série é a reunião de Spelling e Garth que por terem trabalhado juntos por muito tempo no passado ainda tem uma palpável química que ajudou a dar um pouco de ritmo para o sonolento episódio piloto, o pior exibido no ano de 2014.

Vai dar certo? Não pode dar certo! Mystery Girls é uma das piores sitcoms dos últimos anos, com um piloto que traz a sensação de vergonha alheia para os envolvidos.

Para quem gosta de…: Barrados no Baile, 90210 original, Jennie Garth e Tori Spelling.

O TV Cinema e Música vai acompanhar? Nem por um milhão de dólares!

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