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The Fosters – 1×15– Padre

CIERRA RAMIREZ, MAIA MITCHELLO enterro do pai de Stef foi um momento muito pessoal tanto para a policial como para Callie, onde o triste evento trouxe a lembrança da dor que sentiu quando perdeu sua mãe.

Ter que enterrar o seu próprio pai não foi uma tarefa nada fácil para Stef que durante a cerimônia viveu situações complexas; como lidar com o problema no emprego com Mike e a descoberta de que Lena queria ter um filho e não contou para ela este desejo. Stef montou uma bela cerimônia que prestou uma homenagem para seu pai com as coisas que ele mais amava, como o seu time predileto. Além da despedida de seu pai, Stef teve que encarar frente a frente o reverendo que seu pai a levou para conversar quando descobriu sua homossexualidade, mesmo após isso Stef escolheu ele para fazer o enterro de seu pai, em respeito a religião dele.

Duro assistir o flashback de como foi a morte da mãe de Jude e Callie; que por ser mais velha teve mais dificuldade para lidar com o fato, misturando suas recordações como se fosse seu irmão que tivesse destruído seu quarto na época; quando foi ela que teve um ataque de culpa por ter perdido a oportunidade de se despedir de sua mãe antes de sua morte. Um flashback que expôs o motivo real de Callie ter medo de amar as pessoas e se entregar a elas, sabendo que pode perder essas pessoas a qualquer momento como aconteceu com sua mãe.

A perda do colar e o enterro fizeram Callie desabar e tirar aquela feição de garota que não tem sentimentos e chorar como uma criança. importante tanto para Callie como para Stef a conversa que tiveram; a policial sabe o que é perder alguém sem se despedir e ver Callie passando para o mesmo foi uma lição para não deixar que uma situação como essa a impeça de amar outras pessoas por medo de perdê-las. Para Callie O o ato de Stef de querer saber mais sobre sua  mãe foi uma maneira de mostrar para a jovem que sua mãe sempre viverá nela e nas memórias e não em um objeto como o colar.

O episódio teve duas belas cenas que começaram a ajudar Callie a repensar sobre sua vida; a brincadeira boba e gostosa com Mariana a lembrou de como é ter uma irmã e também ao ver Jude chamando Stef de mãe, o que deveria ser um aviso para ambas sobre o valor desta família; curiosamente foi somente para Callie. Jude estava receoso se tinha feito a decisão certa de ser adotado e com medo de que sua mãe ficasse chateada por ele ter duas novas mães; foi fofo o amiguinho dele mexendo o jogo do tabuleiro para dar a resposta que Jude precisava ouvir que sua mãe biológica aceitava essa sua nova família.

Aleluia!!! Depois deste momentos bastantes emotivos e de tanto pensarem, Callie e Brandon acordaram para a realidade e perceberam que a vida não é um sonho de dois jovens apaixonados. Tudo que acontece neste dia tão triste fez Callie ver que não precisa de um namorado e sim de uma família; tudo que ela passou com a mãe a fez perceber que precisa do carinho daqueles que ama e que não tem maturidade para viver sozinha. Senti orgulho de ver Brandon sendo um verdadeiro herói para Callie primeiro encontrando o seu querido colar e muito mais maduro ao assumir que o lugar de Callie era com toda a família; o garoto não podia pedir para Callie fazer este sacrifício de perder os Fosters somente para os dois ficarem juntos. Callie e Brandon se amam e vão viver tendo que lutar contra seus sentimentos pelo bem maior que é a felicidade deles e de seus familiares; não será fácil e os dois devem ter muitas recaídas; além de prováveis crises de ciúmes quando um deles encontrar um novo amor.

Falando em seguir em frente; Jesus usou o enterro para ficar mais próximo de Emma, momento que Lexi quase estragou aparecendo no computador, sorte que Emma é charmosa e soube melhorar o clima. O burro do Jesus acabou desperdiçando a oportunidade com Emma na sua frente questionando quando Lexi voltaria e esperando um beijo dele e deixando a bela garota sem graça pela falta de reação dele. Quem pode ajudar ou atrapalhar Jesus a ficar com Emma é Mariana que já viu os dois juntos e já desconfia que seu irmão está gostando da garota; talvez ela fique contra para defender sua amiga ou ajude os dois a ficarem juntos pensando na felicidade de seu irmão.

Desta vez sou obrigado a concordar com a mãe de Lena sobre já ter passado a hora dela ter um filho;isso é um desejo antigo que não aproveitou na hora certa e agora também não precisa. Lena tem uma família linda com cinco filhos e uma mulher que ama ela; trocar isso por um desejo de ter uma criança somente por vir de dentro de seu corpo é um ato egocêntrico e desrespeitoso com o restante da família.

Stef pode não ter-se despedido da maneira correta de seu pai e sempre viverá com esse sentimento dentro de si; o que aliviou isso foi a conversa que teve com o reverendo que tanto odiava e que foi muito honesto com a policial. O reverendo exemplificou bem o que o pai de Stef vivia dentro de si ao ter que deixar de lado suas próprias crenças para entender a opção sexual dela; um ato que não se pode fazer do dia para a noite e que ele estava tentando com toda vontade conseguir. Uma cena muito bonita de Stef depois de conversar com o reverendo aceitando o carro de seu pai, como um gesto para superar todas as brigas que tiveram por causa do relacionamento dela com Lena; a neve branca caindo igual a bela lembrança que tinha de seu pai foi a maneira perfeita para Stef fazer sua despedida.

Mal superou a morte de seu pai, Stef terá que lidar com essa novidade de Lena querer ter um filho, uma discussão que deve ser bem longa e com opiniões bem opostas. Outro sério questionamento para Stef será contar ou não a verdade sobre o tiro de Mike no marido de Ana; o policial foi viítma de um jornalista sensacionalista que o acusou de ter dado o tiro por preconceito contra o criminoso, acabando com suas chances de voltar ao trabalho. Caberá a Stef a difícil decisão de contar ou não a verdade para inocentar Mike e ao mesmo tempo colocar seu emprego em risco.

quatro

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