Estreou há duas semanas na CBS a série Flashpoint, que acompanha o dia-a-dia de uma equipe de ponta da polícia, desde as negociações até a hora ou não da decisão de tomar uma ação final contra o “bandido”.
Só consegui ver ontem os dois episódios inicias da série que já foram ao ar, já tinha lido excelentes elogios no Blog na TV e nos Conquistadores. Posso dizer que Flashpoint é brilhante e talvez a melhor série sobre policial já feita, esqueça os forenses de Csi ou agente secreto de 24 horas, do roteiro até os efeitos, a série humilha qualquer outra do gênero.
Os episódios sempre começam com a cena mais chocante da história, o momento de tensão, você não entende nada do que está acontecendo. Quando de repente um corte acontece e com um efeito clássico de rewind, voltamos para duas antes dos acontecimentos, e no desenrolar dos 42 minutos do episódio tudo é explicado.
No primeiro episódio um homem com uma arma na cabeça de uma mulher ameaça mata-la, o chefe do grupo tenta negociar a soltura da mulher. Percebendo que a negociação não vai dar certo, manda um dos atiradores matar o homem, nessa hora acontece o corte emocionante e durante o episódio entendemos o que aconteceu até aquele momento. O episódio tem muita ação, e com detalhes sobre armamentos e equipamentos dos policiais, que agradam qualquer fã dessa parte (sou um deles), não deixando de lado a parte emocional dos envolvidos.
Já o segundo tem menos ação mas uma excelente e emocionante história, um homem com uma arma apontada para um cara numa mesa de cirurgia, acontece o corte e voltamos duas horas antes. O homem no caso tem uma filha na fila de espera para receber um transplante de coração, ela é chamada ao hospital para o transplante, mas ao chegar o Diretor do hospital explica que houve um desentendimento e que outro homem era o primeiro da fila, claro que o pai entra em desespero, rouba a arma de um vigia e quer que a filha dele seja operada.
Os dois episódios são perfeitos, se o primeiro é ótimo pela ação, no segundo é quase impossível não ficar com lágrimas nos olhos ao seu final. A série possui um excelente roteiro, coloca em discussão as atitudes do polícias, a vida deles, e para melhorar tem um bom elenco.
Começando pelo ator Enrico Colantoni, conhecido mais por ser o pai de Veronica Mars, a atriz Amy Jo Johnson, que fazia a Power Ranger Rosa (que assustadoramente não envelheceu), e destaque para o ator pouco conhecido, mas com boa atuação Hug Dillon.
Para melhorar a parte técnica é perfeita e uma das melhores produções que já vi na televisão. Utilizando técnicas de cinema de ponta, é um prato cheio para quem ama cinema e boa chance para quem tem preconceitos contra séries. Tudo é filmado nos mínimos detalhes, desde a luz até a escolha de diferentes ângulos das cenas.
Flashpoint tem um potencial enorme e tem tudo para marcar história, espero que mesmo ela tendo estreado fora da época das grandes estréias, os americanos dêem uma chance para ela. A minha dica para o fim de semana é essa baixe os dois episódios e aproveite!


Gostei de saber que a parte técnica vale muito à pena… Gostei mesmo!
Tenho me decepcionado com os filmes/séries recentes… ai,ai.
Beijos
EU curto muito esse tipo de série… No momento (bem, na verdade não exatamente no momento… auehuaheuh) a única série que estou assistindo é LOST. Pra mim, essa ainda é a melhor de todas… Mas tem várias que quero assistir. Essa aé do Post é a mais nova !!! xD
A Julie, ou melhor a Amy Jo Johnson continua muito linda mesmo
Ela e o Enrico dão um show de interpretação
Tudo nessa série é bom, roteiro, elenco, fotografia, parace coisa de cinema
é verdade a Amy Jo Johnson continua perfeita,acompanho a carreira dela desde criança e ela continua a mesma menina linda,ta até mais bonita q a 10 anos atrás.
A parte tecnica é mesmo perfeita
Tudo nessa série é bom, me impressionou