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Nessa época os maníacos por séries sofrem com as reprises, no aguardo das novas temporadas e novas séries em setembro, algumas novas séries já estrearam lá fora e assumo que estou devendo, mas semana que vem prometo comentar algumas delas.
Mas enquanto elas não chegam ao Brasil, porque não assistir a primeira temporada de Eli Stone, a série do Sony estreou no Midseason, época que as séries que chamaram menos atenção ou já foram canceladas estréiam. Felizmente essa interessante série já foi renovada.

Na história Eli Stone é um bem-sucedido advogado que começa a ter visões, primeiramente escuta o tempo todo a música Faith do cantor George Michael, que aparece na sua sala na pior hora possível. Ao longo do primeiro episódio descobrimos que Eli tem um aneurisma, que faz ele ter essas estranhas visões, a cirurgia para ele tirar o aneurisma pode levar ele a morte.
Mas se tudo isso já não fosse um problema, as visões de Eli começam a ter ligações com os casos que está defedendo e com sua própria vida, como se fossem mensagens do futuro.

A série mistura comédia com as bem boladas cenas com suas visões, draminha básico, mas sem aqueles momentos exagerados para telespectador chorar e ótimo elenco. O personagem principal é interpretado por Johny Lee ator até então conhecido por pequenos filmes ou pela série fracassada de 2007 Smith, surpreendendo com boas atuações e esperava até uma indicação dele ao Emmy.

O elenco secundário é um dos melhores das séries estreantes, não só pelos atores em si, mas pela utilização e pelos bons papéis, os mais conhecidos são Victor Garber (famoso Jack Bristow em Alias), como Jordan Wethersby chefe da firma de advocacia que Eli trabalha, com a mesma cara de durão de sempre, mas com boas pitadas de humor. Natasha Henstridge (a alien de A Experiência) é Taylor advogada, filha do dono da e namorada de Eli.

Os menos conhecidos, James Saito faz Dr. Chen um engraçado acupunturista que ajuda o personagem principal a entender suas visões e acaba se tornando seu melhor amigo. Lorretta Devine (mulher do Chefe ou Dr. Richards em Grey’s Anatomy) a secretária do personagem principal e Matt Letscher interpreta Nathan irmão de Eli.

Com 13 episódios de uma hora, a primeira temporada de Eli Stone é umas daquelas séries que poucos ligaram, mas que vale muito a pena ver, com bom humor e boa história, mantendo um bom nível por todos episódias da temporada. A segunda temporada já foi confirmada e terá a participação de Katie Homes, ex-Dawnson’s Creek e atual senhora Cruise.
O último episódio foi ao ar semana passada, mas o Sony começa a repetir desde o primeiro episódio, veja os horários e não percam!

Hoje (terça-feira) às 21hrs, com reprises na quarta 15 hrs; domingo 11 hrs ou 17 hrs.

Depois de uma longa espera saiu os indicados ao Emmy 2008, aqui estå a lista com os indicados nas categorias principais relacionadas as séries, em negrito meus palpites, em itálico quem eu gostaria que ganhasse. todos os indicados e categorias no site do Emmy.

MELHOR SÉRIE DRAMÁTICA
“Boston Legal”
“Damages”
Dexter”
“House”
“Lost”
“Mad Men” Minha série preferida de todas é Dexter, apesar de todo mundo apostar em Damages, acredito que o prêmio vai ficar com Mad Men, que sabe Lost supreenda.
MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA
“Curb Your Enthusiasm”
“Entourage”
“The Office”
“30 Rock”
“Two and a Half Men”
Aposto tanto no meu gosto pessoal, como possível ganhadora em 30 rock, a série de humor mais inteligente atualmente,

MELHOR ATOR DE DRAMA
Gabriel Byrne (”In Treatment”)
Hugh Laurie (”House”)
Micheal C. Hall (”Dexter”)
James Spader (”Boston Legal”)
Brian Cranston (”Breaking Bad”)
Jon Hamm (”Mad Men”)
Micheal C. Hall para mim é um dos melhores atores em séries que já vi, desde a época de Six Feet Under, mas Gabriel Byrne deve ganhar merecidamente pela ótima série In Treatment. Hugh Laurie e John Hamm correm por fora.

MELHOR ATOR DE COMÉDIA
Alec Baldwin (”30 Rock”)
Steve Carrell (”The Office”)
Lee Pace (”Pushing Daisies”)
Tony Shalhoub (”Monk”)
Charlie Sheen (”Two and a Half Men”)
Essa é fácil, mesmo não sendo o maior fã de sua The Office ,Steve Carrel é o melhor comediante no momento.

MELHOR ATRIZ DE DRAMA
Glenn Close (”Damages”)
Minnie Driver (”The Riches”)
Holly Hunter (”Saving Grace”)
Sally Field (”Brothers & Sisters”)
Kyra Sedgwick (”The Closer”)
Mariska Hargitay (”Law & Order: SVU”)
Outra categoria fácil de apostar Glen Close está perfeita em Damages.

MELHOR ATRIZ DE COMÉDIA

Christina Applegate - (”Samantha Who?”)
America Ferrera (”Ugly Betty”)
Tina Fey (”30 Rock”)
Julia-Louis Dreyfuss (”The New Adventures of Old Christine”)
Mary-Louise Parker (”Weeds”)
Tina Fey!Tina Fey! Se outra atriz ganhar vai ser um absurdo,todas estão bem no seus papeis, principalmente Mary Louise Parker em Weeds, mas Tina é a melhor.

MELHOR ATOR COADJUVANTE DE DRAMA
William Shatner (”Boston Legal”)
Ted Danson (”Damages”)
Zeljko Ivanek (”Damages”)
Michael Emerson (”Lost”)
John Slattery (”Mad Men”)
Lost seria muito diferente sem a excelente atução de Michael Emerson como Ben, que ganhou espaço maior e merecido nessa última temporada, dessa vez o prêmio não foge das mãos dele.

MELHOR ATOR COADJUVANTE DE COMÉDIA
Jeremy Piven (”Entourage”)
Kevin Dillon (”Entourage”)
Neil Patrick Harris (”How I Met Your Mother”)
Rainn Wilson (”The Office”)
Jon Cryer (”Two And A Half Men”)
Rainn Wilson quando interpreta Dwight em The Office é quase impossível não rir, mas Jeremy Piven em Entourage é favorito.

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE DE DRAMA

Candice Bergen (”Boston Legal”)
Rachel Griffiths (”Brothers & Sisters”)
Chandra Wilson (”Grey’s Anatomy”)
Sandra Oh (”Grey’s Anatomy”)
Dianne Wiest (”In Treatment”)
Fico na dúvida entre Rachel Griffiths e Chandra Wilson, com mais chances para a Dr.Bailey pela desatacada atuação na temporada em Grey’s Anatomy.

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE DE COMÉDIA
Kristin Chenoweth (”Pushing Daisies”)
Jean Smart (”Samantha Who?”)
Amy Poehler (”Saturday Night Live”)
Holland Taylor (”Two And A Half Men”)
Vanessa Williams (”Ugly Betty”)
Amy Poehler está muito bem em Saturday Night Live, tanto que está cotada para ser atriz principal na série spin-off The Office, merece bastante o prêmio.

MELHOR REALITY

“The Amazing Race”
“American Idol”
“Dancing With the Stars”
“Project Runway”
“Top Chef”
Não gosto de Reality Shows, mas aposto tudo em Dancing With-The-Star, que não sei porque o mundo todo gosta.

MELHOR APRESENTADOR DE REALITY
Tom Bergeron (”Dancing With the Stars”)
Heidi Klum (”Project Runway”)
Howie Mandel (”Deal or No Deal”)
Jeff Probst (”Survivor”)
Ryan Seacrest (”American Idol”)
Categoria que prefiro nem comentar.

Há quase 10 anos entrou no ar o pior canal atualmente do Brasil, a Rede TV ocupando o canal que pertencia a antiga TV Manchete, no começo a programação era bem variada, que íncluía até a série Friends. Contava com Adriane Galisteu, Otávio Mesquita e até Marília Gabriela, entre outros que esqueceram que trabalharam no canal, mas isso é outra história.

A emissora que ocupa hoje 83 % do território brasileiro e ama falar que é “a emissora que mais cresce no país” ou melhor ainda “A única emissora 100% em HD”, também trouxe das cinzas o humorista João Kleber e dois dos piores programas da televisão nos últimos anos, Canal Aberto que depois virou Tarde Quentes.
E o pior de todos “Eu Vi Na TV” programa que ficou conhecido pela horrível quadro “Teste de Fidelidade”, que para a surpresa de muitos obtiveram altos índices de audiência. Felizmente o programa de pegadinhas, sofreu um enorme processo, que levou até o canal ser retirado do ar em São Paulo (que dia feliz) e o apresentador foi dispensando.

Da entrada a saída de João Kleber, foram inúmeras mudanças na programação do canal, que acabou ficando conhecido por seu sensacionalismo, com programas como SuperPop, com a apre…Luciana Gimenez, sem comentários.
Que luta de igual para igual com o “A Tarde é Sua” com Sônia Abrão e seus repórteres, assista uma matéria feita por Tony Castro e tente não rir. Não esquecendo do programa de fofocas “TV Fama” que também é apresentando pela ex-bbb Irís, como alguém leva um canal desse a sério.

Impossível não comentar da versão brasileira da série “Desperate Housewifes”, com a tradução literal “Donas de Casa Desesperada”, que por ser tão ruim ficou até engraçado. Contava com ex-globais como Sônia Braga.
Cenas, roupas, falas praticamente tudo igual e mal copiado ao original, isso sem falar dos atores argentinos, principalmente o elenco infantil que foram depois dublados, claro que audiência foi péssima e dificilmente vai ganhar uma continuação.

O Pânico na TV, até um ano atrás era a única coisa boa da emissora, mas além de ser um programa feito pela Jovem Pan e que é transmitido no canal, o programa caiu muito de qualidade, deixou de ser engraçado e capaz de atitudes patéticas.
A última e a pior delas, foi feita ao ator Wagner Moura, que ao sair da premiação da APCA, um dos integrantes (adivinhem qual) do programa Pânico perseguiu e jogou uma substância gosmenta na cabeça do ator. Segundo a coluna “ooops!” do Uol, essa atitude resultou em um boicote de silêncio a todos os programas da Rede TV!, em que os artistas globais não dão entrevistas ao canal.

Felizmente surgiu o CQC, programa de humor realmente inteligente, não sou artista, mas também faço meu boicote ao canal e sua programação, que não traz nada de bom e só piora a imagem da televisão brasileira.

Como sempre deixo aberto os comentários para vocês concordam ou discordarem, e claro dizer se assiste ou não a Rede TV!.

Sou fã de esportes, principalmente futebol, acompanho fielmente todos os canais de esporte, mas prefiro deixar os comentários aos blogs especializados. Mas diante de algumas atitudes da Rede Globo nos últimos dias e se tratando de algo que ultrapassa o esporte, resolvi comentar sobre certos fatos.

Rede Globo que primeiro dou os parabéns ao dar mais espaço para o narrador Cléber Machado e com o narrador principal Galvão Bueno narrar as corridas da Formula 1 e jogos da Seleção.
Aviso não sou daqueles que odeia o Galvão, mas considero Cléber Machado um narrador excelente e premiado pelo seu talento e merece faz tempo mais espaço.
Mas o canal errou feio com o novo comentarista de futebol Caio Ribeiro, mais conhecido pelo seu primeiro nome na época em que jogava, que sim fala bem, coisa rara entre os jogadores, mas que até agora como comentarista teve um desempenho fraco.
Existem jogadores aposentados mais preparados e que com certeza teriam melhor desempenho, isso sem falar nos bons comentaristas do seu canal fechado de esportes o Sportv que poderiam ser também utilizados no canal aberto.

Na última quarta-feira começou a final da Libertadores da América entre Fluminense e LDU, e a Rede Globo privou os paulistas de assistirem a final, colocando o jogo do Corithians e Bragantino pela segunda divisão. Escolha que deu resultados óbvios com média de 26 pontos na audiência, normal se tratando de um jogo da segunda maior torcida do país.
O ponto é que a rede Globo trata o futebol como entretenimento, deixando o lado jornalístico do esporte para o seu canal fechado o Sportv, mas que também transmite os ridículos e absurdos jogos às 22 horas, ótimo para o canal e péssimo para os torcedores que vão ao estádio

E se tudo isso não bastasse a Rede Globo simplesmente está fingindo que a Eurocopa 2008 não existe, na quarta-feira a seleção da Alemanha se classificou para a final em um jogo emocionante e o principal jornal de esportes do canal, “Globo Esporte” só fez um breve comentário sobre o assunto e não mostrou nem os gols.

O motivo seria que a Rede Record está transmitindo o campeonato, mais uma prova de como o canal leva a “sério” o esporte, além de um boicote ridículo é contraditório, já que o Sportv está também transmitindo o campeonato.
O que eu acho engraçado e contraditório é que o uniforme de quase toda a equipe que cobre o futebol e outros esportes no canal, tem tanto o símbolo da Rede Globo como do Sportv, mas pelo jeito essa ligação só é mostrada quando interessa.

Eurocopa que além de ser um dos mais importantes campeonatos do mundo, só perdendo para a Copa do Mundo, vem mostrado os melhores jogos de futebol do ano e superando qualquer partida dos últimos anos da nossa seleção.

Graças ao monopólio do futebol, a Globo faz o que quer com o esporte preferido dos brasileiros, priva os telespectadores de informação, jogos em horários absurdos, transmite jogos só do mesmo time e os responsáveis pelo futebol no nosso país estão pouco se importando; Afinal o canal paga muito bem para fazer tudo isso.

Depois do episódio piloto de Fringe vazar na internet, outra grande estréia da temporada “vaza” na internet, estou falando do episódio de Life On Mars versão americana da série homônima inglesa. Que coloquei na lista das promessas para a próxima temporada, principalmente porque a versão britânica é excelente, e pelo primeiro episódio a impressão que fica é muito negativa.

Começando pelas coisas boas da série, a história é muito bem escrita, no ano de 2007 Sam Tyler é um detetive durão que investiga um assassinato, sua vida muda completamente quando sua namorada que é detetive é raptada.
Na melhor cena do episódio vemos Sam se sentindo culpado pelo rapto de sua namorada e tentando descobrir o que aconteceu, depois de quase bater o carro e escutando a bela música de David Bowie “Life on Mars” ele é atropelado.
Sam acorda vestindo um belo terno tipíco dos anos 70, e vê que tudo ao seu redor está diferente, ao longo do episódio descobrimos que ele está no ano de 1972 e se isso já não fosse estranho o bastante, ele está no meio de uma investigação que pode solucionar o caso de 2007!

Grandes elogios aos cenários e roupas, lugares famosos nos EUA nos anos 70 são lembrados, a trilha sonora é muito boa, além de obvias homenagens a filmes clássicos da época como ao fundo o letreiro dizendo que está passando “O Poderoso Chefão”.

Acaba por ai os elogios, o ator que interpreta Sam Tyler, Jason O’ Mara não tem carisma nenhum e e pelas suas participações em várias séries e pequenos filmes não tem o mesmo talento do ator John Simm, que faz o mesmo personagem na versão britânica. O resto do elenco também é fraco e sem carisma.

O primeiro episódio não tem comparação com a versão original, as cenas são longas demais, diálogos chatos, até as cenas que são quase iguais ficaram pior nessa versão.
O episódio não tem dois grandes atrativos da série original, o ritmo acelerado, que mistura bem ação com o mistêrio que envolve Sam, se na versão original é muito bem explorado e deixa aquela pergunta no ar, se ele está sonhando, morreu, está em um coma, resumindo o que aconteceu e como ele foi parar nos anos 70. Na versão americana o mistêrio se tornou um drama chato.

Tanto a critica americana e britânica, como o público em fóruns de discussões também não gostaram do episódio piloto, fato que pode prejudicar muito a série, que só vai estrear no dia 23 de setembro na ABC. Quem sabe até lá mudanças são feitas, mas até isso acontecer prefiro rever a versão original.

Contém Spoilers para quem não viu o final da 4 temporada!

Foi ao ar ontem o último episódio da quarta temporada de House, final de temporada que foi divido em duas partes, que preferir comentar os dois no mesmo texto.

Na primeira parte House está na frente de uma stripper e não tem idéia de como foi parar lá, a única coisa que sabe é que tem um machucado na cabeça. Ao longo do episódio descobrimos que ele estava dentro de um ônibus que sofre um acidente, e sua única lembrança é que tinha alguém dentro do ônibus correndo risco de vida e como ele estava machucado não pode ajudar.

House tenta de todos as maneiras lembrar quem é a pessoa, apesar de alguns exageros na parte médica (não sou médico, mas conheço bastante essa área), o interessante foi que através dessas loucuras para descobrir a pessoa, conhecemos um pouco mais sobre a magnífica mente de House. Impossível não destacar a cena de Cuddy como stripper, fato que tenho certeza que não deve ser um sonho só de House.

O final bombástico em que descobrimos que Amber a insuportável namorada de Wilson era a vítima, e claro que a resolução do caso ficou para o próximo episódio que comento abaixo.

Com o nome de “Wilson’s Heart” foi o episódio mais dramático de todas as temporadas, se no episódio anterior a agonia era para saber quem era a pessoa, nessa agonia é saber como House iria salvar Amber.
Gostei mais desse episódio do que do anterior, mostrando um lado mais humano de todos os personagens da série, inclusive do personagem Dr. Kutner , o meu predileto dos novos personagens, que trouxe um humor diferente para a série.

Mesmo Amber sendo uma personagem sem muito apelo ao público, um episódio centrado em uma equipe inteira médica tentando salvar a vida de uma pessoa que ninguém suporta, por obrigação e também por ela ser namorada de Wilson, foi mais uma idéia brilhante dos roteiristas.
Claro que maior destaque foi como House iria lidar com esse problema, um episódio sem muitas piadas sarcásticas do personagem (talvez por isso algumas pessoas não gostaram), mostrando todo o sentimento de culpa do personagem.

Como de costume Hugh Laurie dá um show de atuação como House, nesse episódio ficou evidente a harmonia perfeita que ele tem com seu personagem, consegue mostrar com o mesmo talento outros lados menos explorados da personalidade de House.
A cena em que ele descobre que não tem como salvar Amber e revelar isso na frente de Wilson, foi de arrepiar e dai em diante o episódio pecou um pouco demais no sentimentalismo.

Wilson revelando a Amber que ela não vai sobreviver, os médicos se despedindo dela, a morte dela, e a cena mais triste de todas com Wilson deitado sozinho no colchão que eles tinham comprados juntos, em um dos episódios anteriores.

Terminado com a troca de olhar entre House e Wilson, e deixando no ar como ficara a relação desses bons amigos de agora em diante, e como essa morte vai afetar House, respostas que só teremos em setembro quando volta essa série que só melhora a cada temporada.

A nova série de J.J Abrams, Fringie, só vai estrear no dia 9 de setembro nos EUA, mas felizmente para nós o primeiro episódio caiu na net, e claro que vou dividir com vocês a minha opinião.

Sem descrever muito o episódio começa com um acidente do vôo 627 de Hamburgo até Boston, em que todos os 147 passageiros morrem desintegrados da pior maneira possível durante o vôo. Os agentes do FBI Olivia Dunhan e John Scott (Mark Valley de Boston Legal) são encarregados em investigar esse estranho caso.
E com essa premissa o episódio com 80 minutos, segue em um ritmo frenético, impossível de tirar o olho por um minuto.

Fringe apresenta uma história recheada de mistérios, mas diferentemente de outros trabalhos de Abrams, logo no primeiro episódio já fica evidente quem é quem na série, sem aquela chata enrolação, e deixando a história muito mais atrativa.

Faço parte de uma visão crítica que prefere entender um estilo de um diretor ,criador ou roteirista, do que ter, uma visão comum, que vai preferir ficar comparando Fringe com outras séries de J.J Abrams.

Fringe é cara de J.J Abrams, a série tem todas as técnicas de filmagem que ele utiliza, tem uma trama ao seu estilo, tem cena de avião (com um final clássico para quem gosta de filmes como Alien!), cenas de espionagem, grandes e corruptas industrias, mistério e mais mistério, só que diferentemente de Lost e Alias, a série tem mais cara de ficção científica e deve agradar mais os fãs desse estilo do que o público que acompanha Lost.

Considero isso uma gigantesca qualidade, já escrevi que considero Lost uma série inovadora, mas não acho essa perfeição ou obra-prima como alguns dizem. O canal Fox insistiu que Fringe seria a substituta de Arquivo X, se vai ser, só o tempo dirá, mas com certeza ela tem tudo para agradar e muito os fãs da extinta série, que desde o seu fim estão órfãos de uma série do gênero.

O elenco da série foi muito bem escolhido, a personagem principal Olivia Dunham é interpretada pela atriz Anna Torv que se mostra segura no papel, acompanhada pelo experiente ator John Noble que faz o maluco Dr. Walter Bishop e a surpresa pelos menos para mim, uma boa atuação de Joshua Jackson o Pacey de Dawson’s Creek, que interpreta Peter, o filho do Dr. Bishop.

A parte técnica do primeiro episódio é excelente, cenas muito bem filmadas e utilizando como é de costume em obras de Abrams, ângulos não comuns na TV, nas excelentes cenas de perseguição, isso sem falar no visual da série que mistura um visual atual junto com coisas futurísticas.

A série ultrapassou todas as minhas expectativa, pelo excelente episódio piloto, Fringe tem tudo para fazer muito sucesso e ser a grande estréia da temporada, o final do episódio como de costume deixa várias portas abertas para o futuro da trama e prova que Abrams tem muitas e boas idéias para a série.

Repetindo a série só vai estrear no dia 9 de setembro nos EUA e por enquanto nenhum canal daqui comprou a série, tomara que até lá mais alguns episódios apareceram na net.

1-Kate+ Sawyer+Jack-Lost
Com tantos mistérios e dúvidas em Lost, algo que deveria passar em branco chama muito atenção, com quem Kate deve ficar com o Sawyer ou Jack, existem várias campanhas para ambos os lados, e com certeza séra uma das últimas respostas dadas na série. Por mim ela deveria ficar soziha

2-Chandler e Monica (Friends)

Um casal que eue sinceramente não esperava e foi uma das maiores surpresas quando na quarta temporada Chandler e Monica ficaram juntos. A cena do pedido de casamento foi  uma das cenas mais emocionates da série.

3-Ned e Chuck-Pushing Daisies
Como duas pessoas que se amam podem ter uma relação se nunca vão poder se tocar, esse é o grande problema do triste casal de Pushing Daisies,  que arranjam jeitinhos para terem um pouco de contato, e para piorar tudo isso a culpa de Ned sobre a morte do Pai de Chuck.

4-Jamie e Paul-Mad About You
Como eu sinto falta dessa série, acompanhava todos os episódios e ja vi as reprises milhões de vezes, como eu era bem novo quando passava a série, meu ideal de casal  perfeito era Paul e Jamie, mesmo com suas brigas. O último episódio é um dos melhores finais de série que já assisti.

Hoje às 22 horas na Fox estréia a série 9MM: São Paulo, a primeira série produzida integralmente no Brasil pela Fox Internacional. Na trama é contado como é o cotidiano de uma divisão de Homicídios em São Paulo, contando as investigações dos crimes, mas ligando também com a vida dos personagens principais.

A série é baseada na idéia do jornalista Carlos Amorim, autor do livro “Comando Vermelho” entre sobre o mundo do crime no Rio e em São Paulo, mas não pense que a série vai ser um CSI tupiniquim, pelo contrário.

9MM vai explorar a falta de recursos que os investigadores enfrentam e o sentimento de impotência que isso causa.

Os mais de 100 atores que participaram na série são desconhecidos do grande público, com a intenção de trazer maior realismo, uma idéia que vem se tornado mania, não só aqui no Brasil, em projetos independentes e inovadores para os padrões do país. Vale a pena ficar de olho no bom ator teatral Norival Rizzo que já ganhou um prêmio Shell de Teatro em 2005.

O que chamou minha atenção para esse projeto foram algumas respostas em entrevistas do roteirista da série Newton Cannito, que disse que a série terá muito de outra boa série policial The Shield, que utiliza técnicas de filmagem que ajudam aumentar o realismo das cenas e não parece tão montado como CSI.

A Fox está investindo pesado, foram utilizadas duas câmeras de alta definição para as filmagens, sendo que tudo foi filmado em três favelas da cidade e mais de cinqüenta pontos na cidade de São Paulo. Segundo a Folha Online cada um dos 4 episódios custou 200 mil Dólares!

Isso sem falar nas ações de Marketing feitas nos principais pontos da cidade de São Paulo, em que 200 pessoas foram algemadas na Avenida Paulista e na Avenida Engenheiro Luis Carlos Berrini. Em outra promoção atores simularam uma perseguição de policiais a ladrões em parques da capital paulista.

Por coincidência presenciei a promoção na Avenida Paulista e posso garantir que chamou atenção de todo mundo que passava no lugar e foi tudo muito bem feito e organizado, surpreendendo todos que estavam no local.

Serão transmitidos 4 episódios de uma hora, para testar a aceitação do programa, outros 9 episódios já estão em produção, que só serão exibidos em 2009.

Porque assistir? Particularmente não vejo porque não dar uma chance para uma série brasileira, claro que não vai ser igual as grandes produções americanas, mas isso não quer dizer que ela vai ser ruim.
Já tivemos bons exemplos de boas produções feitas aqui como Mandrake e Filhos do Carnaval ambas produções da HBO.

Acredito que esse projeto tem tudo para da certo principalmente por ser uma série com a nossa realidade, pelo menos para mim cansa às vezes ver séries ambientadas e com histórias tão diferentes e distantes do nosso cotidiano como as americanas, e porque não fazer uma série policial com a cara do nosso país, boas histórias não faltam.

Assista o trailer aqui e ressaltando 9MM: São Paulo estréia hoje às 22 horas no canal Fox com estréia simultânea também no FX.

Smallville
Sabe quando uma grande oportunidade bate na sua porta e você bem nesse dia resolve não atender, foi exatamente isso que aconteceu com Smallville que sinceramente apesar de eu acompanhar todos os episódios, só a primeira temporada foi boa. A sétima temporada tinha tudo para dar uma animada, com Lex descobrindo o segredo de Clark, e toda a série com uma aparência mais fiel a história original.
Mas com a saída ator Michael Rosenbaum que interpreta Lex e a saída (novamente) de Kristin Kreuk e principalmente a saída de Al Gough e Miles Millar, criadores e produtores executivos da série, a  proxíma temporada de Smallville teria tudo para ser a última da série.
O problema ou não é que Smallville tem um grupo muito grande de fãs que pode garantir mais algumas temporadas, como fã de longa data das histórias do Super-Homem, espero que eu esteja errado.

ER
Felizmente essa temporada não foi tão ruim como as duas últimas, e muito disso se deve ao ator John Stamos, da antiga série Três é demais (Full house), que era alvo de piadas sobre suas atuações e provou que é um bom ator, capaz de segurar uma série famosa como ER.
Outro fator que deu uma animada na série foram os episódios finais centrados no casal Abby (Maura Tierney) e Luka (Goran Visnjic), já na proxíma temporada a participação dos dois atores deve acontecer só em alguns episódios.
Quase esqueci de falar no final bombástico e que deixou no ar quem morreu Pratt ou Sam? Essa resposta só na volta da série para a 15 e última temporada, que promete muitas emoções.

Cold Case
Uma série que sempre achei sem graça e repetitiva, mas depois do bom final da 4 temporada resolvi dar mais uma chance e me arrependi. A trama sobre a personagem Lily ter levado um tiro e o trauma causado por isso, foi esquecido no meio da temporada, ela chegou a ir a uma psicóloga e depois do meio do nada parou de ir.
Isso sem falar na entrada de um novo detetive que no final da temporada não teve utilidade nenhuma.
Cold Case foi visivelmente prejudicada pela greve dos roteiristas, Ghost of my child, o 18 episódio e último da temporada, não tem cara de season finale, qualquer final de temporada, tem que ter no mínímo deixar uma pergunta sem resposta e isso não aconteceu, ficou com cara de mais um episódio comum.

Without a trace
Outra série que está na minha lista de séries que nunca fui fã, dessa temporada assisti dois episódios, o que ligou a série com Csi e foi muito interessante ver Jack Malone e Gibson juntos e último episódio que para minha surpresa foi muito bom.
Mas a partir de setembro com o retorno das séries, vou tentar acompanhar o máximo possível de séries, mesmo aquelas que não gosto muito, incluindo Without a Trace, para que todas as séries tenham espaço aqui.
Com menos de 4 meses de existência, para minha felicidade no sábado esse blog chegou e já ultrapassou o número de mais de 8.000 VISITAS!!! Agradeço a todos vocês que visitam esse blog! E agora rumo às 10.000 visitas!

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