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Crítica: Sem Saída

25/09/2011

A convite da Paris Films assisti a cabine para blogueiros do filme Sem Saída, estrelado por Taylor Lautner e agora conto para vocês a minha opinião sobre o filme.

Após se tornar um ator conhecido no mundo todo e adorado pelas adolescentes por sua participação em Saga Crepúsculo, o jovem Taylor Lautner faz sua estreia como protagonista no filme de ação Sem Saída. Apesar de alguns problemas de atuação Lautner acaba sendo o menos culpado pelo fraco filme.

 Com apenas alguns minutos de trama já fica claro que o filme foi produzido para vender Lautner, tanto que rapidamente ele já aparece sem camiseta, uma mania do ator que já virou piada em um dos filmes de Crepúsculo.

A trama começa até bem com Lautner no papel de Nathan, um típico jovem que gosta de sair e beber com seus amigos. O garoto tem um constante pesadelo e um problema de não conseguir se controlar e ficar nervoso facilmente, para resolver o problema ele é tratado por uma terapeuta (Sigourney Weaver).

Sua vida vira de cabeça para baixo quando ele descobre uma foto sua quando criança em um site de pessoas desaparecidas. Ele acredita que seus pais (Maria Bello e Jason Isaacs) teriam o sequestrado ainda quando criança.

A história bastante incoerente apresenta logo de cara uma reviravolta que nunca fica realmente clara sobre o passado de Nathan, devido a muitos furos e explicações rápidas e supérfluas. Correndo o risco de contar detalhes da trama, após seus pais adotivos serem assassinados, Nathan vai precisar fugir e proteger sua vida e acaba levando com ele sua vizinha e antiga paixão (Lily Collins). Na verdade Nathan descobre que se passado está relacionado a um agente secreto, CIA, segredos de estado e um ex-agente soviético.

 Impossível assistir Sem Saída e não lembrar dos filmes de ação dos anos 90 da Sessão da Tarde, onde todos apresentavam a mesma história e clichês. Uma trama que aparece mais um jogo de videogame, um vilão do leste europeu, um personagem bobo principal que se torna rapidamente um herói, a mocinha indefesa, entre outros clichês.

Com uma trama tão rasa, o limitado diretor John Singleton (+ Velozes + Furiosos) tenta salvar a trama com muitas cenas de ação, incluindo perseguições e muitas lutas. Tais cenas funcionam bem e são o destaque do filme, não tanto pelo talento do diretor e sim pelas habilidades de Taylor Lautner que aceitou fazer todas as cenas de ação sem ajuda de dublês.

 Só que aceitar fazer cenas perigosas nunca foi garantia de uma boa atuação, Lautner decepciona quando o filme precisa dele mais do que seu estilo galantiador e seu corpo bem cuidado. Apesar de esforçado, sua atuação nas cenas dramáticas ajuda ainda mais ao filme perder sua credibilidade. Com apenas 19 anos, Lautner ainda tem tempo para mostrar que pode fazer muito mais do pular e dar chutes.

Atuação de Lautner poderia até passar despercebida se não fosse o elenco secundário recheado de grandes nomes só que todos decepcionam ainda mais. Lilly Collins continua sendo uma grande incógnita, está longe de ter os padrões de beleza de Hollywood para viver a mocinha e neste filme aparece com a mesma cara de assustada diversas vezes na trama; É impossível não rir da atuação de Michael Nyqvist como um típico vilão de filme de quinta; Alfred Molina está caricato demais como um agente da CIA, Sigourney Weaver até se esforça como terapeuta só que sua personagem aparece pouco.

 O filme recebeu um grande investimento e todos os envolvidos acreditam muito no seu sucesso e na ideia de que Sem Saída será o primeiro de uma nova franquia. Intenção ambiciosa e que apesar da fraca qualidade do filme deve acabar sendo realizada, com o já previsível lucro nas bilheterias graças as milhares de fãs de Lautner e Crepúsculo.

Sem Saída consegue vender a ideia de que Taylor Lautner pode existir fora do universo A Saga Crepúsculo, nem que seja em filmes que vão agradar somente suas fãs.

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4 Comentários leave one →
  1. 24/09/2011 16:56

    Ai caracas, suas críticas são demais.
    Antes eu não estava nem aí pro filme, mas depois que vi o trailer mudei de ideia. Mas nem pensar pago pra ver no cinema (que é muito caro), filmes pipoquinha prefiro ver em casa.
    Taylor sem camisa? Surpresa nenhuma. Ei, nada contra desfile de brastemp, mas se exagerar na dose a coisa fica meio tosca.

    • 24/09/2011 20:27

      Oi Sara muito obrigado pelos elogios :)
      Realmente acho melhor você guardar essa graninha e ver em casa mesmo, afinal um filme que deve passar muito na Sessão da Tarde daqui alguns anos. Ri muito com seu comentário “desfile de brastemp”.

      • Lara Carvalhais Link Permanente
        07/12/2012 10:57

        Eu acho que você Sara tem é que toma vergonha na sua cara e fica calada por que quando agente não tem nada de bom para dizer de uma pessoa agente fica calada e é por isso que eu vou até para de escrever sobre você por que como eu estava dizendo quando não tem nada de bom para falar sobre essa pessoa é melhor cala a boca!!

  2. Lara Carvalhais Link Permanente
    07/12/2012 11:06

    E eu esqueci de escrever mais Sara eu acho você é só uma criança mimada e por não ter nada melhor para fazer por que esta na cara e que você não tem amigos(as) fica falando mau dos outros como se alguém fosse gosta pelo menos um poquinho de você só por você ficar falando mau dos não quer dizer que você é melhor!!
    Eu acho melhor você crecer e depois ver se alguém liga para o que você fala!!
    !!!!!!!!!!!!!!!!!CRIANÇA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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