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Crítica: Thor

abril 30, 2011

O filme Thor marca mais um grande marco da história da Marvel no cinema. O longa do Deus do Trovão é claramente mais um grande passo para a criação do universo das histórias em quadrinhos da editora no cinema.

O maior desafio do estúdio em Thor era introduzir no cinema um personagem que traz como tema principal um mundo mágico e fantasioso. Diferentemente dos filmes de Homem de Ferro e Hulk, a realidade e a ciência ficam em segundo lugar em Thor. Como o próprio personagem principal diz no filme, no seu mundo a magia e a ciência são a mesma coisa.

Para adaptar esse mundo fantástico dos quadrinhos o estúdio chamou o diretor Kenneth Branagh, um especialista em adaptações de clássicos da literatura e de peças teatrais, principalmente da obra de Shakespeare. O diretor usa essa sua predileção no filme, trazendo um estilo shakespeariano para o longa, seja nos profundos diálogos ou nos cenários e figurinos para contar a história do herói que foi baseado na famosa lenda nórdica de Thor.

Branagh conseguiu acertar o tom que o longa precisava para não ficar ridículo ao público que nunca leu uma história do herói e que ao primeiro olhar poderia estranhar os personagens vestidos de armaduras com seus diferentes sotaques. Acertou em cheio também nas poderosas cenas de ação, todas muito bem montadas e algumas das melhores já vista nos filmes da Marvel.

 O longo flashback no começo do filme apresenta o fantástico mundo de Asgard. O planeta em outra dimensão é governado pelo todo soberano Odin (Anthony Hopkins), pai de Thor (Chris Hemsworth) e Loki (Tom Hidleston). Thor é o o primeiro na linha de sucessão, o jovem destemido e audacioso, é dono de um temperamento difícil e egocêntrico. Após Thor cometer alguns atos incorretos e atitudes não dignas de um futuro rei, Odin tirar os seus poderes, principalmente seu martelo Mjolnir e o bane para a Terra.

Após o banimento de Thor, a trama se divide nos dois mundos Terra e Asgard. O universo criado por Asgard é de cair o queixo e de uma beleza de encher olhos, com muitos detalhes, cores fortes que ganham mais força com a boa fotografia do longa. Os fãs do personagem vão se emocionar ao ver o Reino de Asgard e a recriação das roupas e detalhes dos conhecidos moradores do local.

Já a Terra funciona do jeito esperado trazendo um lado mais realista para a história e com fatores importantes para alcançar o público: romance e uma boa pitada de humor. O lado curioso é que o filme tem no seu final um efeito não planejado, o mundo de Asgard é mais atrativo, enquanto as cenas na Terra derrubam o ritmo da história.

O roteiro escrito por Michael Straczynski e Mark Protosevich tão cuidado para apresentar o mundo da magia de forma lógica, respeitando as histórias em quadrinhos, se perde quando coloca o personagem principal na Terra. As piadianhas logo cansam e o romance entre Thor e Jane Foster (Natalie Portman) não funciona, muito pela falta de química entre os atores.

As qualidades do elenco também se dividem entre Asgard e Terra. Chris Hemsworth se saí melhor do que o esperado como Thor, usa de seus atributos físicos para mostrar porque foi escolhido para o papel e e as garotas vão delirar com suas cenas sem camisa. Hemsworth está longe de ter o mesmo carisma e talento de Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), mas faz uma atuação razoável.

Anthony Hopkins está perfeito no papel de Odin, trazendo toda sua experiência para um importante papel. A grande escolha do elenco foi Tom Hiddleston como Loki, o invejoso irmão de Thor que quer ser o novo rei de Asgard. O respeitado ator soube capturar a complexa alma de Loki e protagoniza as melhores do longa, com uma versão idêntica ao personagem original dos quadrinhos.

Esses elogios não podem ser ditos para o elenco da Terra, Natalie Portman está péssima como Jane Foster, um papel chato e que não combinou com a atriz. Stellan Skarsgård é um coadjuvante de luxo como o Dr. Selvig e Kat Dennings é nada mais do que um forçado alívio cômico. Impossível não destacar a participação de Jeremy Renner como o Gavião Arqueiro e a cena sensacional pós-créditos que funciona como um prelúdio para Os Vingadores.

É mais um filme da Marvel que irá agradar e realizar o sonho de milhares de leitores das histórias em quadrinhos do personagem. Thor introduz muito bem o mundo da magia ao universo que está sendo criado no cinema e cumpre seu papel principal de divertir o público.

5 Comentários leave one →
  1. maio 8, 2011 20:08

    eu gostei miuto do filme

  2. maio 14, 2011 0:09

    creio que para thor , o roteiro seria um pouco complexo .
    falhou em algumas partes do roteiro , e acertou em outras .
    o próprio deus do trovão deixou a desejar , visto que o ator de loki
    em interpretar o vilão foi razoavel fautava esse ter melhores armas de magia no corpo a corpo com o deus do trovão .
    e no que diz quezito conquista a atriz natalie portman não teria que deixar o deus do trovão de quatro somente com algumas estória fiadas das cenas .
    com certeza era para ter sido um épico se não fossem os roteiristas .

  3. junho 26, 2011 10:05

    O FILME E BOM E TEM UMA DEICHA PARA O PROXIMO QUE POSIVELMENTE SERA COM HUCK E HOMEN DE FERRO POIS NO FINAL DOS TRES FILMES APARESE UM PERSONAGEM DE UN DOS OUTROS DOIS..

  4. julho 3, 2011 17:58

    eu nao vi o filme mais eu teu vodade de ve o filme thor 2 no cinema ou na tv

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