Hancock
Em uma temporada de muitos filmes de super-heróis, Hancock com a interessante história de um herói bêbado, que todo mundo odeia e que vai ter ajuda de um relações públicas para melhorar sua imagem, foi um sucesso no seu primeiro fim de semana arrecadando 100 milhões de dólares nos EUA, muito por causa do feriadode 4 de julho.
Com isso muitos vão pensar que o filme é excelente, mas não é, a idéia que parecia inovadora, acaba se tornando mais um filme do gênero.
Hancock começa com um bom ritmo, boas piadas, infelizmente a maioria utilizadas nos trailers, os efeitos especiais são ótimos, mas até a hora que o personagem principal Hancock começa a mudar sua personalidade, deixando de ser o herói alcoólatra para um homem complexo e cheios de problemas interiores, um chato.
Só não é um chato completo, pela ótima e talvez uma das melhores atuações de Will Smith no papel de Hancock, com seu bom tempo para piadas e bem nas cenas de ação.
Outra salvação do filme é a ótima atuação do ator Jason Bateman, que já mostrava seu talento na série Arrested Devolopment e está excelente em Juno, forma uma boa dupla com Will, mas que também é deixada de lado na metade do filme.
Metade do filme que apresenta muitas surpresas e que mudam quase completamente a trama inicial, como curiosidade o roteiro circula há mais de 10 anos por Hollywood, escrito por Vicent Ngo e Vince Gilligan, que escreveu vários episódios e produziu muitos da série Arquivo X.
Essas surpresas ao final do longa ficam sem lógica e deixam completamente o lado cômico do filme, e voltam as velhas lições de morais e questionamentos das histórias de super-heróis.
A única coisa boa da virada é que a atriz Charlize Theron, linda como nunca, que particularmente não me agrada como atriz, ganha um espaço maior na trama e tem uma boa atuação.
Se o diretor Peter Berg mostra talento e ótimas idéias nas cenas de ação, como nos seus outros filmes, o bom “O Reino” e “Bem-Vindo à Selva”, mas o diretor também é conhecido por ser o produtor e criador da série dramática de sucesso Friday Night Ligths. E esse estilo dramático do diretor está no filme, principalmente nas cenas mais tensas que são exageradamente longas e com todos os clichês possíveis em cenas de drama, com música ao fundo e cortes repetidos para o sofrimento dos personagens.
Hancock lembra muito a história do seu personagem principal, começa sendo um anti-herói, com suas inovações e diferentes personagens, mas ao final se torna mais um longa sobre heróis, apesar de soar contraditório o filme é muito divertido, mas sem nenhuma inovação.
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Julho 7, 2008 às 13:31
Agradeço pelo meme… e responderei amanhã em forma de tiras mesmo, ok?
depois vc dá uma corrigida… pois o “8)” virou um emoticon!!! rsrs
até mais
Julho 7, 2008 às 14:34
aa, eu quero MUITO ver Hancock… muita gente nÃO GOSTA, mas eu sou meio fã de filmes clichês… eu amo o Will Smioth ! ele é fantástico !
Julho 7, 2008 às 16:17
Esse filme promete, acho bakana!!! vou aguardar e ver o q vai dar…
Blog muito bom…
http://infoxcomp.blogspot.com/
Julho 7, 2008 às 17:32
Bom… ainda estou curioso para ver o filme e tirar minhas conclusõs sobre td q eu tenho lido sobre essa produção na internet…
la vou eu!
abços!
ótimo blog!
Julho 7, 2008 às 18:28
O que mais me incomodou nesse filme foi a personagem da Charlize Theron. Não entendi mesmo a subtrama com ela. Se o filme tivesse focado somente no relacionamento entre Hancock e Ray seria perfeito!
Julho 8, 2008 às 15:58
hehehehe
eu reclamava disso quando meu pai teve uma locadora e eu trabalhava nela.
=p
Mais tarde descobri uma coisa que muitos não sabem:
Em todos os Países, de acordo com quem compra o filme, pode-se pôr um título nacional no filme.
“A Saga de um guerreiro” se chamava “the Druid” no original. Mas o título não é tradução, mas sim, o título Brasileiro^^
Não se é questão de direitos autorais também, de alguma coisa com o mesmo nome que já existem em portugues rsrsrs
Mas no geral é engraçado mesmo kkk
xD
Abraços.
=ppp